Capítulo 37: Capital do Reino das Bestas, Passion

Capítulo foi curto, mas fiquei pouco tempo no computador hoje… Ah, não leiam antes de sair o 35 e 36, eu sugiro acompanharem na página de capítulos (ou eu comento no de Tate quando sair) -> E talvez eu não traduza amanhã por falta de tempo, eu pretendo dar uma adiantada mas não garanto nada – Este capítulo foi traduzido do NetBlazer.

ED: Mudei os nomes para bater com os do Rodizipa, créditos por achar os nomes para moises o/


Capítulo 37: Capital do Reino das Bestas, Passion

“O que há de errado?” Aquinas, Primeiro Guarda da Brigada Cruel da Rainha Demônio, disse.

Bem diante dele estava a Rainha Demônio Eveam, que soltou um suspiro.

Ele ouviu sobre a decisão dela, mas ele não sobre qual era o propósito. A rainha, Eveam, encarou ele intensamente e disse, “eu tenho um favor para lhe pedir, Aquinas”.

Kiria também estava ao lado da rainha encarando ele intensamente.

“Eu tenho mais algumas preocupações, mas parece que você já fez sua decisão.” (Aquinas)

Havia um brilho de determinação nos olhos dela, era claro que o que quer que ela tenha planejado fazer tinha haver com a guerra iminente.

“Qual é o favor?” (Aquina)

“Bem, ele é…” (Rainha)

…………………………

…………………

………………

…………

……

Aquinas ouviu silenciosamente e logo após escancarou seus olhos em surpresa. Para pensar que a rainha iria dizer algo assim.

“Entendo, isso é algo que você irá definitivamente capaz de fazer, sua majestade.” (Aquinas)

Aquinas aceitou o favor como um remédio amargo. Se essa é a solução que sua majestade brigou para chegar, então está tudo bem com ele.

“Na verdade, isso é algo que combina com sua personalidade.” (Aquinas)

Isso é também um dos métodos que Aquinas mesmo tinha considerado antes.

“Você não terá problemas protegendo esse segredo?” (Rainha)

A personalidade dela de confiar outros é tanto a fraqueza quanto a força dela. Essa personalidade ficou com ela desde quando ela era jovem, e ela nunca perdeu isso desde então.

Ainda assim, Aquinas acredita que é uma grande responsabilidade para todos em volta dela.

“Como está, Aquinas?” (Rainha)

A rainha não tinha certeza ela mesma, mas ela sentiu que ela era capaz de criar uma conexão e passar a intenção dela para ele.

“Sua decisão não irá resolver nada?” (Aquinas)

“Ainda assim, essa é minha decisão.” (Rainha)

“……………….” (Aquinas)

Aquinas devolveu o olhar da rainha. Ele sabia, tristemente, que qualquer coisa que ele dizer neste ponto em diante não irá mudar a decisão dela.

Interessante, o que acontecer com a rainha no que ela for nesta missão, será algo para se esperar ansioso, Aquinas pensou.

“Certo, por favor me dê as ordens.” (Aquinas)

Em resposta às essas palavras, Eveam tomou um fôlego rápido. Porque se ele disse algo assim, então é claro que ele concorda com ela e irá de acordo com as decisões dela.

“Você é a rainha Demônio, certo?” (Aquinas)

Eveam sentiu felicidade destas palavras. Kiria também estava levemente sorrindo atrás dela; ela também se alegrou com a resposta.

“… Eu entendo, então por favor trabalhe comigo, Aquinas.” (Rainha)

Aquinas se curvou em um joelho e disse.

“Com prazer.” (Aquinas)

Com isso talvez, a raça Besta, Gabranth, e a raça Demônio, Evila, podem começar a se dar bem. Isso é incerto, mas vamos celebrar isso por hora. (NT: Eu sei que o termo para os Gabranth tinha ficado ‘beastman’, mas é que ela quis dizer no sentido de raça, no caso ‘Beast-kin’, então…)

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Capital do Reino das Bestas, Passion. No centro desta cidade está uma árvore gigantesca nomeada “Árvore da Origem, Aragon”. A cidade inteira parece expandir de lá.

Era completamente diferente de uma cidade feita por homens. Todas as casas eram feitas de árvores. Os residentes só cavaram numa árvore e viveram lá. (NT: Deixaram a árvore oca, se for levar literalmente; falta de verbo para isso trouxe o cavar)

Também tinha um fluxo brilhante fluindo pela cidade. Haviam até pequenos peixes nadando casualmente nele. A cidade parece ter sido construída em perfeita harmonia com a natureza.

Lá o distrito se chamava “A Árvore do Rei”, era aqui onde toda a realeza vivia, com seu castelo como residências feitas várias árvores largas amontoadas juntas.

Por perto, haviam numerosos residentes e viajantes que estavam fazendo oferendas e rezas para a “Árvore da Origem, Aragon”. O último rei dos Gabranth, selecionou aquela árvore como um símbolo para os Gabranth e construiu a cidade em volta dela. Para os Gabranth, a “Árvore da Origem, Aragon” é uma entidade sagrada para eles.

Uma vez por ano, o “Festival da Origem” acontece no centro da cidade. Muitas pessoas vem de todo o mundo, especialmente crianças. Naquela hora, se você subir na Árvore da Origem, você irá receber uma benção da árvore.

É acreditado que a benção da Árvore da Origem, Aragon, irá fazer quem subir uma pessoa forte, honrável e respeitável.

Tais rituais se tornaram uma tradição. Geralmente, é para crianças Gabranth, mas no passado houve Humas que subiram a árvore também.

A Árvore da Origem, é grandemente reverenciada pelos Gabranth. Qualquer outra raça que sequer tocar a árvore irá provocar a ira incessante dos Gabranth.

“Bem, isso é o que eles dizem, de qualquer jeito nunca toque a árvore na sua forma humana.” (Arnold)

Com o quão intenso Arnold deu o aviso, Hiiro que está atualmente disfarçado como um Gabranth usando a habilidade da palavra [Cópia], teve certeza de anotar isso como algo para ser cuidadoso. Isso é, nunca tocar a árvore na sua forma humana.

“Entendo, então é assim que é. Isso certamente é uma árvore bem grande, mas essa não é a única razão, certo?” (Hiiro)

Enquanto andava, Hiiro olhou para a árvore; era claramente acima e 200 metros de altura, um tamanho ridículo para uma árvore. Mas Hiiro está incerto se você devia apreciar uma árvore apenas pelo seu tamanho.

“Isso não é tudo. Eu ouvi que se você está doente com uma doença ou uma ferida, se você só tocar a árvore, ela irá curar isso. Se você tem um bebê que não para de chorar, se você trazer o bebê para as redondezas da árvore, ele irá parar de chorar. Tem outros boatos misteriosos sobre o que a árvore fez ou é capaz de fazer.” (Arnold)

“Huh, é isso?” (Hiiro)

“É isso. Se qualquer vier para essa cidade, eles todos ficarão chocados pela magnificência da Árvore da Origem. Seria loucura não apreciar ela.” (Arnold) (NT: Chocados na realidade era “stunned”, que eu não lembro palavra melhor para colocar aí)

“Isso é principalmente para os Gabranth, certo, mas eu sou um ser humano.” (Hiiro)

“… Bem, isso é verdade.” (Arnold)

Isso era tudo, mas Hiiro pensou que tinha mais nisso. De qualquer jeito, a Árvore da Origem, Aragon, definitivamente era algo que os Gabranth iriam se gabar.

Em vez de ouvir boatos sobre a árvore, ele queria saber mais informação sobre o que ele queria fazer aqui.

“Isso de lado, você veio aqui com um propósito, certo, para encontrar aquele alguém?” (Arnold)

“Certo, sim, eu recebi o precioso mel daquelas pessoas, então eu tenho que ao menos realizar o desejo deles.” (Hiiro)

“O que, esse não é o ponto inteiro de encontrar os ursomens na vila?” (Arnold) (NT: Inglês usa muito “were-animal” para falar de coisas como Lobisomens, no caso aqui é com urso e…)

“Sim, esse era o ponto, mas se eles não receberem o mel, eles não estariam num humor ruim?” (Hiiro)

Arnold pensou que trazendo o doce mel iria criar um humor melhor para negociações. (NT: Eu não sei mais quem está falando o que, se for mexer na ordem das falas fica estranho)

“Ainda, os Gabranth já começaram a marchar para guerra. Você tem certeza que os ursomens já não estão fora caçando com aquele grupo?” (Hiiro)

A cidade parecia ter um monte de pessoas a menos que o normal. Era altamente provável que todos aqueles que pudessem lutar já partiram com a vanguarda em preparação para a guerra. Atualmente, tem uma alta chance que apenas a força de defesa mínima está nesta área.

“Hmm, eu imagino…” (Arnold)

“Hey, o que você quer dizer? Você quer dizer os civis?” (Hiiro)

Diferentemente de aventureiros, cidadãos ordinários não tem a força suficiente para participar numa guerra. Eles são prováveis de continuar vivendo suas vidas ordinárias.

Contudo, Arnold balança sua cabeça em negação.

“Bem, certamente cidadãos ordinários não participam normalmente numa guerra, mas muitos de nós caçamos e lutamos numa rotina diária para preencher nossas necessidades.” (Arnold)

“Isso é verdade? Isso não era um trabalho para os soldados?” (Hiiro)

“Tudo é voluntário, mas os Gabranth são uma raça ligada a guerra e eles normalmente se juntam sem ninguém pedir.” (Arnold)

“Esse é o caso, mas eles responderam?” (Hiiro)

“Provavelmente… o exército fez um pedido desesperado…” (Arnold)

“E daí? Se alguém rejeita o pedido não seria esse o fim disso?” (Hiiro)

“Sim, esse seria o fim disso. Mas tem também outro problema.” (Arnold)

“O que?” (Hiiro)

“Isso de lado, vamos terminar uma tarefa primeiro.” (Arnold)

“Você está tão cheio de si. Então o que vem depois? Que tipo de pessoa nós vamos encontrar?” (Hiiro)

Muir olhou para Arnold por uma resposta. Mas por algum motivo, Arnold estava tremendo enquanto ele pensava numa resposta.

“O que foi?” (Muir)

Vendo Muir perguntar aquela questão, Arnold soltou um suspiro e disse alto.

“Aquela pessoa… é minha mestra.”

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