Resultado da Votação + Avisos

Magote, vocês foram… BRs nesta votação, e resolveram se achar “geniais” em falsificar a votação, limpando cachê e tal para votar de novo… bem, eu trago aqui o resultado da votação:

E sabem o que isso significa? Vocês verão: Continuar lendo

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Novo Projeto – Enquete! … e avisos!

Magote, chegou a hora de escolher um novo projeto – entrem aqui para ver as sinopses/número de capítulos e escolham qual vocês preferem! Lembrando, Está na mesma ordem, e os nomes no arquivo estão divididos como “nome completo original/popular (tradução em português) – nome que usarei em botões (sigla que adotarei)”! Avisos após a enquete:

ED: Esqueci de avisar, pode votar em até 3 opções, mas só a com mais votos será escolhida!

ED²: Pyown, o tradutor da KUORK que estava fazendo Nidome no Yuusha, me deu permissão para pegar esse projeto, que infelizmente não está na votação… me digam nos comentários o que acham sobre isso, porque sendo 18 capítulos em inglês, pelo que eu sei, deve sair mais rápido e tal – pego para fazer, deixo quieto, o que faço?

O prazo para o fim da votação é até 09/09/17! Continuar lendo

Capítulo 02 – Responsabilidade e Poder

Demorou. Muito. Mas aqui está mais DdH. Capítulo ridiculamente enorme, tudo isso porque eu quero acabar logo com as explicações gerais… Ah, e eu garanto que vai acelerar a produção, agora que acabou TnY e tal… Por outro lado, acho que já devo dizer agora: eu não gostei muito do final deste capítulo, eu estou um tanto indeciso sobre como deixar o cara agindo, mas ao longo dos próximos capítulos eu moldo melhor os personagens.

Ah, desta vez eles estão menos bobos, porque eu forcei demais no outro capítulo isso… espero que gostem o/


Essa tal de Ari até que é legal, a gente ficou conversando sobre inutilidades até o hospital, apesar que chegando lá, ela praticamente me abandonou para procurar o psiquiatra…

“Mas que por… COMO ISSO É POSSÍVEL!?”
“KAHAHA! Será que agora acreditam em mim?!” (Gil) Continuar lendo

(DdH) Capítulo 1 – Visão de Mundo

A história do Destino do Heroísmo vai começar de verdade agora, se for ver. Eu ainda estou na dúvida como vou fazer para dividir as partes de capítulo (se serão os 2 pontos de vista todos capítulos ou alguns capítulos exclusivamente de 1 ou de outro personagem). Vamos começar?


Capítulo 1 – Visão de Mundo

“Hoooo! Que cidade bacana! Mas o que é aquele auê todo?” (???)

Eu acabo de chegar na cidade mais próxima que tinha e já encontro algo interessante? Esse dia começou muito bem!
Ou não, pelo que vejo parece ser algo sério… mas quem se importa? É uma cidade, isso deve ser normal!
Mas perguntar não ofende…

“Heeeey, o que está acontecendo aí?” (???)

Povo está tão concentrado que só um senhor mais perto de mim se virou para responder, mas é uma resposta, então tudo bem.

“Como o que está acontecendo, você é cego garoto!? Não está vendo que a casa está PEGANDO FOGO!?”
“Ah, então era isso… achei que estivessem limpando ela, mas pelo visto é um problema… viu, tem alguém ali dentro ou é impressão minha?” (???)
“Limpan-!? Garoto, qual é seu problema!? E espera, realmente, tem alguém lá dentro… TEM ALGUÉM LÁ DENTRO! BOMBEIROS, SE APRESSEM! PARECE QUE É UMA CRIANÇA!”
“Hmm… ei, eu posso ir salvar ela, sabe? Na realidade, nem sei porque não foram ainda…” (???)
“Garoto, eu… o que você fumou? Ir numa casa pegando fogo salvar alguém não é algo tão simples, é perigoso. Eu nem sei porque eu ainda estou falando com você, mas pelo que vejo, você não parece ser um caipira, mas como pode ter um senso comum tão bizarro?”

Caipira? Aquele povo que mora no campo?
Realmente, eu estou usando calça jeans, botas com ponta de metal, camiseta regata preta, duas correntes presas na calça, tenho cabelo curto meio arrepiado preto e uma corrente no pescoço com um pingente de metal – com isso é realmente difícil me chamar de caipira, mais fácil me chamar de arruaceiro, mas fazer o que, é prático e prefiro assim!
Sobre o senso comum… eu admito que sou falho nessas coisas, mas É simples salvar alguém; afinal de contas, quem fazer isso é um herói, e quem não quer ser um?

“Senhor, eu sei que tenho alguns problemas com senso comum, mas por minhas circunstâncias. Mas eu realmente acredito que posso salvar aquela garota facilmente, aliás, farei isso agora. Em troca, você pode falar para as pessoas o meu nome? Sou Gil, e serei um herói – seria legal reconhecimento~” (Gil)
“… garota? Como você sabe o sexo de quem está lá dentro, se só dá para ver um vulto? E fique quieto aí garoto, vai se arriscar a toa, deixe os profissionais lidarem com isso e… ei, espera aí seu louco! Quem você pensa que é para poder ir assim no meio do incêndio!?”

Ah, ele reparou que eu ignorei ele e estava indo direto para o fogo… bom, acho que ao menos eu posso responder isso enquanto dou meu jeito.
Ainda bem que tem pouca gente perto, é fácil de passar – povo se espalhando para assistir de todos os ângulos ajuda muito.

“Relaxa, eu sou um Single Body, e já acostumei meu corpo com calor! Ah, e lembre-se de contar para as pessoas quando elas perceberem que salvei ela!” (Gil)
Single Body com calor!? Por que não falou antes, garoto! Vai lá, Gil, pode deixar que eu falo.”

Parando para pensar, será que a garota está bem?
Sei lá quanto tempo ela está lá, e os bombeiros estão todos concentrados em apagar o fogo, ninguém quer entrar… e essas pessoas estão focadas demais em filmar isso que nem percebem o mundo afora…
Não, sério, eu berrei que ia salvar a garota e as pessoas nem viraram a cara… isso é coisa da cidade?

“Heroizinho, vê se não apronta mais dessas. Como você salvou a garota, vamos fazer vista grossa, mas tome mais cuidado com o que faz, tudo bem?”
“Novamente, me desculpa cara… eu só queria ajudar, mas não esperava que ia ter alguém justo abaixo da janela…” (Gil)

Vejamos… eu corri para salvar a garota, entrei na casa, derrubei as portas no caminho, cheguei até ela e, como ela estava praticamente desmaiada, o jeito mais rápido era pular pela janela, que era só do segundo andar, nada que eu não consiga aguentar.
Problema é que eu aterrissei bem na cara de um dos bombeiros que estava terminando de se preparar para entrar lá e nos “salvar”, por isso vim parar na delegacia… Mas apesar de trágico, pelo menos o cara não quebrou o pescoço; só chegou perto…

“Enfim, heroizinho, eu ouvi de um senhor que estava por lá que você queria reconhecimento, e que seu nome é Gil. Você parece bem, mas por precaução, nós vamos lhe encaminhar para o hospital, mas se prepare que você será aglomerado por jornalistas, afinal de contas, não é sempre que um pirralho como você faz algo decente.”
“Bom, então quer dizer que consegui o reconhecimento que queria, certo, tiozão?” (Gil)
“Bahahaha! Você é um pirralho louco, heroizinho. Não é todo mundo que tem coragem de falar assim com um capitão policial depois de quase ter quebrado o pescoço de um oficial público. Aliás, qual o telefone da sua casa? Preciso falar com seus pais e explicar o ocorrido.”

Opa… sabia que estava me esquecendo de algo, que mer… droga, que droga.

“Então… eu sou novo na cidade, estava andando pela mata aqui perto quando achei a cidade pouco antes daquilo tudo; meus pais morreram meio recentemente, mas eu já enterrei eles, não se preocupe.” (Gil)
“Oy, heroizinho… me desculpe, eu não devia… espera, enterrou? Eu fiquei sabendo que você é meio… incomum, até por ter achado que tacar fogo numa casa era para limpeza. Me diga três coisas: primeiro, o que você estava fazendo na mata? Segundo, quem É você? Idade, local de origem etc. e, por último, o que exatamente aconteceu com seus pais?”

Esse capitão é muito direto…
Acho que essa personalidade direta e relativamente amigável só está presente porque eu não ligo muito e até prefiro que as coisas sejam assim, mas fazer o que, todo bom herói deve responder honestamente o que consegue.
Apesar de que ser questionado pela polícia não é algo muito heroico…

“Eu estava morando na mata; tinha uma cabana lá que servia de laboratório para meus pais, ela acabou explodindo por um problema de gás e eles morreram. Eu estava fora treinando, quando voltei, era tarde demais… aí eu enterrei o que sobrou deles, arrumei minhas coisas e vim para cá. Levei uns três dias para chegar aqui, e o resto você já sabe.” (Gil)
“… eu sinto muito pela sua perda, mas vou precisar que você me dê a localização de onde ficava essa cabana, porque… bom, digamos que essa é uma situação muito irregular; e agora falta você se identificar, heroizinho.”
“Ah, verdade. Eu sou Gil. Tenho 17 anos, bios Single Body máxima, passei 14 anos treinando, estou acostumado com basicamente tudo, e decidi que quero ser um herói.” (Gil)

… Por que o capitão está olhando para mim como se eu fosse um alienígena?

“Primeiro, ninguém treina desde os 3 anos de idade. Segundo, qual é seu sobrenome? Terceiro, Single Body máximo é uma lenda, o máximo que se pode acostumar sendo Single Body são 6 situações. E eu falo isso porque eu mesmo sou Single Body acostumado com frio e escuridão.”
“Mas meus pais me fizeram treinar desde os 3 anos, sério. E eles não realmente me nomearam, um dos livros que li enquanto podia descansar tinha um personagem que gostei e resolvi imitar ele, mas como o nome era difícil, eu resolvi adotar “Gil”, e como eles viram que não teria problema, deixaram. Isso foi quando eu tinha uns 8 anos. E sobre Single Body, eu não estou mentindo, meus pais me fizeram passar por tudo que eu poderia me acostumar, e eu nunca parei de me acostumar, e além de situações, eu treinei muito a mente e o corpo.” (Gil)

Olha aí, de novo, esse olhar de quem está chocado. Esse capitão parece me odiar agora…

“Quer saber? Você vai agora para o hospital, vamos deixar eles descobrirem se você tem prob… é… então, se você está dizendo a verdade. Sobre sua identidade, eu vou te deixar sob vigilância, porque é extremamente suspeito isso que você disse, e eu quero que você me dê a localização exata da cabine e dos corpos, além dos nomes dos seus pais.”
“Hmm? Eu não me importo muito com o hospital, mas por que eu mentiria sobre minha identidade? Ah, e a cabine fica…” (Gil)

Cadê o mapa? Eu sei que tinha um mapa nas minhas coisas sobre a mata… ah, achei.
E espera, ele ia falar que eu tenho problema? Cara legal esse, hein.

“Aqui, neste ponto aqui. Ela está totalmente destruída, mas você deve ser capaz de achar os túmulos dos meus pais lá, não sei o que mais você poderia querer, mas enfim. Sobre os nomes… eu nunca realmente soube, eu só sei que eles eram meus pais porque viviam me falando isso, mas eles se chamavam entre si de Tico e Caos… eles eram estranhos, eu sei. Ah, o que eu devo fazer depois do hospital?” (Gil)
“… Gil, eu realmente preciso fazer várias perguntas para você, mas vamos deixar para depois do hospital. Eu vou pessoalmente checar essa cabine e tal, com dois Power Limbs, se acontecer alguma coisa, você estará com problemas. Se tudo der certo, por outro lado, eu te ajudarei a arrumar documentação e um lugar para dormir. Eu sou Gult Trolph, aqui meu cartão. Eu sei que é uma apresentação tardia, mas é o que dá para fazer. Eu voltarei a lhe ver depois que eu cuidar desse assunto da cabine. Ari, leve o garoto para o hospital, apesar dele ser assim, fique alerta. Acro, Mel, vocês vem comigo ver a coisa da cabana.” (Gult)

Capitão louco, do nada ficou sério assim, e já está indo embora… se bem que pelo o problema é mais o fato de ter uma cabana na mata do que os meus pais mortos.
Ou o fato deles terem apelidos escrotos.

“Ari, prazer em lhe conhecer. Eu sou Gil, não sei exatamente o motivo da pressa, mas vamos?” (Gil)
“… prazer, Gil. Eu também não sei o que o capitão está pensando, me colocando para escoltar um garoto para o hospital, mas ei, fazer o que. Ah, sugiro se comportar, porque eu sou uma Leg Variation, tendo especialidade em força e velocidade. Mas você parece tranquilo, então vamos sem problemas, sim?” (Ari)
“… Tá bom? Ver uma Variation decente é raro, que bom para você… eu só queria conhecer a cidade, mas fazer o que… ah, a menina que salvei está no hospital, certo? Será que eu verei ela?” (Gil)
“Talvez, mas acho que não… ela foi internada, você só vai passar por um clínico geral e um psiquia-” (Ari)
“Tá, tá, psiquiatra, vocês acham que eu sou louco, já entendi. Eu só não tenho um senso comum muito afiado, mas deixa quieto… vamos lá, sim?” (Gil)
“… você é estranhamente maduro para não se importar em ser chamado de louco, apesar que só vai passar lá porque o doutor é bom em ler mentiras. E sim, vamos lá.” (Ari)

Bom, já que vou para o hospital, vou aproveitar e ver como está a garota, é bom que esteja bem, senão eu não serei um bom herói… e essas pessoas tem problemas, sério.
Mas tenho certeza que estará tudo bem, ser um herói é meu destino, eu sei disso!


Porra, outra cidade destruída. Por culpa minha.
Esses caras nunca ouviram falar no direito ao esquecimento? Já deu, né?

“Senhor, está tudo pronto e… o que aconteceu com os prédios dessa cidade?”
“Ficaram cansados e resolveram dormir. O que você acha que aconteceu, comigo estando na frente de um monte de destroços?”
“Coisa feia senhor, não se pode derrubar tudo, custava esperar eu fazer as compras?”
“… você estava até agora fazendo compras? Eu destruí literalmente a cidade inteira, matei quase todo mundo que estava por aqui, e você estava fazendo compras?”
“Ah, isso explica porque o mercado ficou vazio uma hora… e os caminhos ficaram diferentes.”

Sério, eu não entendo porque eu ainda ando com essa idiota.
Eu não lembro o nome dela, mas como não costumo usar nomes, não faz diferença.
Mas como ela cozinha bem e não tem problemas comigo, eu acho que não tem problema ela me seguir.
E também, apesar de eu achar que ela esqueceu meu nome, eu acho que não tem problema; mas vamos perguntar, só por precaução.

“Mudando de assunto, você tem me seguido faz um tempo, mas só fica me chamando de ‘senhor’… qual é meu nome?”
“Seu nome? Eu posso mesmo falar ele?”

É, ela me conhece o suficiente… eu abandonei meu nome depois de tudo que aconteceu, não acho que mereça continuar usando aquele nome…

“Eu tenho um nome que me foi dado e não me incomoda, não é mesmo? Aliás, parando para pensar, eu acho que vi num cartaz que você também recebeu um… Piki?”
“Muu… eu prefiro meu nome de verdade, mas o senhor que decide… e como eu ia esquecer seu nome, se a cada cidade que vamos só se fala dele? Ó grande Vem Rir!” (Piki)
“SUA IDIOTA, É FENRIR!” (Fenrir)
“Ah, mas é parecido, certo? E te deram um nome que remete à destruição e coisas ruins, mas você não é nenhum pouco assim, é legal; logo prefiro Vem Rir.” (Piki)
“… Você sabe que essa cidade não se destruiu sozinha, né? Tá certo que eu não gosto de destruir, mas é o que eu tenho que fazer e… quer saber, deixa quieto… falando nisso, eu achei uma tabela de bios, qual era o seu mesmo?” (Fenrir)

É incrível como a única coisa que a globalização unificou por completo é essa merda de tabela… é gigante essa porra, mas fazer o que.

“Hmm? Eu sou uma Jumper com apenas a perna esquerda afetada… é meio ruim de andar com isso, mas eu sou campeã em amarelinha!” (Piki)
“… Isso explica você caindo toda hora, sem dúvida. Mas por que eu nunca te vi pulando?” (Fenrir)
“Porque dói minhas costas fazer isso…” (Piki)

Huh, faz sentido. Essa garota, Piki, deve ter uns 19 anos e possui um belo cabelo ruivo comprido, tem aí uma altura considerável, se tivesse que chutar diria 1,75m. Além de um par de peitos E-NOR-MES. Se ela não fosse tão tapada ou desastrada, seria perfeita…

E enquanto isso, eu pareço a porra de um mendigo usando essa capa preta, alguns anéis porque quero e de resto, deixo escondido. Mas ei, ou é isso ou vou acabar tendo que lutar com deus e todo mundo, apesar de já fazer isso… sério, por que ela anda comigo?

“Mudando pouco de assunto, por que você pegou essa tabela? Eu sempre me perguntei para que servia ela, mas nunca entendi…” (Piki)
“Hmm? Nunca entendeu? Bom, vamos ver se damos mais sorte na próxima cidade, até lá, quer que eu te explique a tabela?” (Fenrir)
“Ya~y! Sim, sim, me explique ela!” (Piki)
“Você… ficando feliz com uma coisa tão retardada… mas tudo bem, vamos lá. Você sabe que é bios, certo?” (Fenrir)
“Sim, são as características físicas que toda pessoa possui que são levemente especializadas para algo, como meu Jumper que me deixa pular mais alto.” (Piki)
“Isso, isso. Todo mundo possui, e apesar de ter uma característica forte, como seu salto, ela também fornece características secundárias para o corpo suportar, como um corpo preparado para aguentar o impacto de quando você cai, ou um senso de equilíbrio forte para poder saltar direito, coisa que só parece funcionar com você num pé só…” (Fenrir)
“É, isso eu sei; mas eu queria saber mesmo é porque tem essas tabelas em vários lugares, além de estar tudo em inglês…” (Piki)

Inglês é globalização, sua idiota, não tem nem discussão nessa parte.

“Hm hmm, essa tabela é espalhada para ajudar as pessoas a entenderem como funciona as bios dos outros; considere algo como uma medida para evitar bullying – apesar que ela tem suas partes feitas nas coxas, como chamar qualquer coisa que seja mais genérica ou tenha duas ou mais funções de Variation. E como ela é espalhada em qualquer lugar, uma das funções é ajudar as pessoas a entenderem algumas coisas, por exemplo, para poder fazer compras de roupas.” (Fenrir)

Olhando aqui na tabela, Jumper está marcado de maneira bem simples, mas efetiva:

Jumper é uma bios especializada em saltos, afetando as pernas, ou as vezes somente partes delas, para potencializar a capacidade de saltar. Características secundárias envolvem um melhor desenvolvimento do ouvido interno e musculaturas que influenciem a distribuição do impacto aos saltos. Jumpers costumam ter pernas mais grossas, e são ótimos em qualquer atividade que envolva equilíbrio ou força nas pernas, passando desde atividades circenses e desportivas até investigativas.

Essa tabela é enorme por causa dessas descrições absurdas por itens, apesar que tabelas físicas são mais raras de achar, mas como aqui era um shopping, as vezes tinha só para ajudar na hora de comprar roupas…

“Ah, tá certo então… mas isso é muito chato de se falar, me diga, senhor, por que mesmo você destruiu a cidade dessa vez?” (Piki)
“… Então, como eu posso explicar… enquanto você tinha ido fazer compras lá onde Judas perdeu as botas, eu resolvi ganhar um pouco de dinheiro fazendo malabarismo, e acabaram percebendo quem eu era… aí começaram a encher o saco, tentaram me bater e… você sabe como eu fico com raiva, não sabe? Então, uma coisa leva a outra e acabei derrubando a cidade inteira kahahaha!” (Fenrir)
“Senhor, o senhor está indo para a direção totalmente oposta da que queria, não tem problema?” (Piki)
“… Sabe, depois daqueles três meses de fúria, eu acabei descobrindo que eu não quero nada demais. Eu só quero viver em paz, sem problemas… mas ao mesmo tempo, se alguém ameaça minha paz, eu vou destruir impiedosamente, com tudo que tenho. Direção? Antes, eu queria passar uma ideia para as pessoas para dizer que eu existo, hoje eu vou seguir a ideia das pessoas sobre minha existência – entre amado e temido, prefiro ser temido, como um verdadeiro rei deve ser.” (Fenrir)

Afinal de contas, apesar de eu não mais querer destruir tudo sem razão, eu ainda destruo tudo pelas menores das razões que podem aparecer… e por isso eu sou chamado atualmente de Rei da Destruição, Fenrir.
Bem diferente do que eu planejava, mas não soa mal.
Na realidade, soa como meu destino.