[NnY] Capítulo 48 – Tentações de um Demônio (1)

… correria da porra, mas aqui; atrasei bastante, mas tá feito! – Este capítulo foi traduzido de Cardboard Translations.


Capítulo 48 – Tentações de um Demônio (1)

“『Huh, eu não tenho ideia sobre o que você está falando, mas essa é uma alma muito boa que você tem aí. Quase parece que eu já vi ela em algum lugar antes… Bem, tanto faz. Ela parece deliciosa, então eu posso bem comer você inteiro também!』”

A voz repugnante do demônio entrou meus ouvidos no que eu virei para encará-lo.

“Isso deveria ser um elogio? Eu prefiro muito mais acreditar nas baboseiras de um demônio que de um anjo, mas eu realmente não consigo me importar menos o que você pensa.”

Eu ri cheio de escárnio pelas palavras do demônio no que eu arrumei o aperto que eu tinha na 【Heart Flame Ghost Blade】.

“『Cara, você com certeza é um sem piedade. E você parece que você é provavelmente um espadachim bem decente, com o jeito que você arrancou meus braços fora.』”

“É, e? Eu conheço seu tipo. Você está cagando. Um corte desses não significa porra nenhuma para você. Perder um membro ou dois nem sequer conta como dano real, com seu corpo sendo como é.” (NT: Eu não podia xingar tanto na tradução desde SoE, que maravilha)

“『Oh, você se encontrou com meus semelhantes antes? Isso deveria significar que você tem um bom par de olhos ou algo assim? Não parece.』”

Demônios eram, em essência, uma subespécie de espírito. Todos espíritos encaixam em uma de oito categorias distintas, com a maior similaridade entre eles sendo que eles eram todos montes de mana com consciência. Apesar de haverem oito subespécies e oito sistemas elementais diferentes, os dois na verdade tinham uma falta de um mapeamento um à um. Apenas seis dos oito eram baseados nos elementos, com aqueles seis sendo: fogo, água, terra, vento, luz e escuridão. Os dois tipos de elementos restantes, nulo e não-sistemático, não possuem quaisquer espíritos associados com eles, mesmo quando eles eram elementos em que as pessoas podiam ter afinidade. A última subespécie de espíritos eram ao invés disso classificados como anjos e demônios. Pessoalmente, eu odiava ambos mesmo quando eles estavam nos exatos fins opostos do espectro.

Isso, contudo, era irrelevante. O que importava era que eu estava atualmente encarando um dos recém-mencionados espíritos, especificamente o tipo que era demoníaco em natureza.

“Vamos apenas dizer que eu tive um pouco de um passado esquisito, um confuso o suficiente para eu saber que vocês demônios não possuem semelhantes, para começo de conversa.” (NT: A palavra que eu usei para semelhantes é algo que significa ser da mesma raça, ser do mesmo tipo… brethren… eu usei semelhante por falta de tradução melhor)

“『Wow, que surpresa. Então você está até ciente que nós não nos vemos como semelhantes mesmo quando nós somos do mesmo feito? Humano bobinho, se você sabe disso, então você deve também saber apenas quão sem sentido sua oposição é.』”

O demônio sorriu no que ele regenerou seu braço.

Os dois membros que eu havia cortado fora se dissolveram no ar enquanto o demônio se curava. Era como o processo de se restaurar envolvesse reabsorver eles.

“Por que… está…”

Eu virei meu olhar em direção dela em resposta à questão incompleta dela. Ela tinha caído no chão frio abaixo dela, suas roupas rasgadas e sujas.

“Fique sentadinha um pouco. Eu não quero que você morra em mim antes de eu recrutar você.”

Não dizendo mais, eu foquei meus olhos de volta ao demônio.

“Você está sendo um pouco de um saco. Você liga em vazar?”

Eu ergui minha lâmina e apontei ela em direção da criatura inumana enquanto eu falava.

“Eu não quero gastar minha mana, então eu te deixarei quieto se você correr com seu rabo para longe neste instante.”

“『Você acha que eu, sendo o estimado demônio que sou, fugiria? E de uma refeição que parece deliciosa, ainda? Você tem que estar brincando comigo. Que raios, cara? Você teve dano cerebral ou algo assim?』”

“Bem, eu vejo que você fez sua escolha. Morra.”

Eu coloquei mana na 【Heart Flame Ghost Blade】, acendendo ela numa labareda com uma chama azul-branca no que eu persegui o demônio. Suas tentativas de abrir uma distância entre nós falhou. As chamas cintilantes que decoravam minha espada brilharam no que eu roubei ele de seu outro braço. Luz preencheu a prisão subterrânea no que o fogo se espalhou da minha lâmina até a ferida que eu criei.

“『Opa aí. Então você era um espadachim mágico? Isso faz de você um pouquinho mais notável, mas ainda, não fará muita diferença. Suas chamas são fracas demais para me queimarem.』”

Eu ignorei as palavras do demônio e ao invés disso usei meu tempo para destroçar o braço que eu roubei dele.

“『Qual é, cara. Você sabe que isso é sem sentido. Tudo que eu tenho que fazer para uma recuperação completa é mudar minha forma um pouquinho, e eu ficarei novo em folha de novo. Bem desse jei–』”

O demônio, que esteve agindo todo pomposo, congelou no meio de sua sentença.

“Bem? Você não ia se regenerar?”

“『Q-que diabos você fez comigo!?』”

“Chute.”

Corpos de demônios não eram feitos de carne e ossos. Eles eram apenas pedaços de um tipo específico de mana que foram dados uma forma física, significando que eles eram apenas capazes de reabsorver suas partes do corpo enquanto elas permanecerem construídas completamente de sua própria essência. Seu corpo precisava de uma composição muito específica. Tudo que eu tinha que fazer para impedir ele de curar era perturbar sua composição mágica ao injetar minha própria mana nas partes do corpo que eu arrancar.

Purificar sua essência mágica era efetivamente o mesmo que filtrar um tipo específico de areia de uma duna, uma tarefa que consumia muito tempo para ser considerada prática no meio de combate. Minhas chamas, que eram na verdade alimentadas por energia mágica, continuariam a torrar o corpo do demônio e arregaçar a ferida além do ponto de recuperação enquanto isso.

A habilidade da 【Heart Flame Ghost Blade】 para me conceder uma forma espiritual parecia impressionante, mas era na verdade nada além de um bônus adicional. O verdadeiro valor da soulblade era estimado de sua habilidade de atacar seres mágicos e espirituais. Suas chamas podiam reduzir as criaturas sem forma física à cinzas; ela me permite assassinar anjos e demônios ao misturar minha mana com a deles. A coisa inteira da forma espiritual era apenas uma aplicação alternativa da mesma habilidade.

“『Is-isso é impossível…! Isso não é algo que você deveria ser nem remotamente capaz!』”

“Okay, é o suficiente disso.”

“『Gwwaaah!』”

Demônios, sendo as criaturas baseadas em magia que são, tipicamente não levariam muito dano de nada além de feitiços que faziam uso do elemento sagrado, uma versão de nível mais alto do elemento de luz.

E como um resultado, os membros da espécie tinham a tendência de adotar um estilo de luta que envolvia ignorar na lata os ataques de seus oponentes. Eles iriam tipicamente usar força bruta até seus inimigos ao sentar lá e conjurar feitiços poderosos com longos cânticos. Por essa razão, o demônio se achou confuso e incapaz de ter uma reação decente ao meu ataque. Seus movimentos estavam cheios com numerosas falhas fatais.

Eu fui para frente e me posicionei bem diante de seu rosto no que eu ergui minha lâmina num corte subindo. O golpe arrancou ambos a asa esquerda e o outro braço de seu corpo.

“『Porra!』”

“É, não. Você não vai escapar assim também.”

O demônio saltou para trás enquanto apressadamente alterava sua maquiagem mágica e se desmaterializava, uma tática que teria funcionado em qualquer um menos eu. Minha lâmina fantasma me fornecia a habilidade passiva de ver ele mesmo em sua forma desmaterializada.

Eu balancei minha espada diagonalmente por cima do meu ombro, cortando fora a perna direita inteira e tudo abaixo do joelho na esquerda do demônio. Naturalmente, eu tive certeza de ter cortado o demônio de um jeito que ele não seria capaz de se regenerar.

“『P-por que diabos você consegue me ver!? Como diabos essa espada está me cortando quando eu não tenho forma física?!』”

“O que você é, estúpido? Eu pareço ser o tipo de molenga que seria burro o suficiente para explicar meus métodos para você? Você deveria saber já disso, Demônio. Você não consegue olhar na minha alma?”

“『Filho da puta! Que diabos é você!?』”

Tendo perdido seu balanço, o demônio caiu.

Era fim de jogo. O demônio não tinha mais quaisquer meios para se mover. Ele não podia nem voar, vendo como uma de suas asas já havia sido removida. Ele estava perto demais de mim para ele realmente completar qualquer tipo de cântico mágico. Eu poderia facilmente destruí-lo no momento em que ele tentasse.

“Vocês demônios sempre acreditaram demais em seus corpos e o quão longe eles podem levar vocês. Vocês não sentem dor, e vocês são capazes de regenerar quase qualquer dano que levem. Vocês não tem qualquer semelhança do instinto necessário para evitar meus ataques. Wow, olha que legal eu sou, explicando tudo para você. O que você acha? Como a minha alma está parecendo agora, demônio?”

A única reação do demônio ao meu olhar foi tremer.

Que rude. Eu até saí do meu caminho para explicar sua tragédia.

“『Es-espere! Por favor! Isto não é culpa minha! Is-isto é apenas algo que eu tenho que fazer, eu fui forçado à isso pelo contrato que eu fiz!』”

As chamas da minha lâmina subiram e rugiram no que eu coloquei quantias cada vez maiores de mana na arma.

“É, eu sei. Vocês demônios não conseguem fazer merda nenhuma a não ser que vocês entrem num contrato. Vocês basicamente não tem efeito no mundo externo sob qualquer outra circunstância.”

“『Is-isso significa que você me deixará ir, certo? E-eu não matarei a garota que você tem atrás de você, se você me deixar. Eu já peguei tudo que eu deveria ter, de acordo com o contrato que eu fiz. Deixar ela sozinha não violará ele. Eu e aquela outra garota, nós não devemos nada um ao outro agora. E-eu posso prometer que eu não farei outro contrato com ela também.』”

“E daí?”

Eu ergui a lâmina na minha mão acima da minha cabeça.

“『P-por favor, cara, só me deixe ir… me dê uma mãozinha aqui, cara…』”

“Nah. Eu odeio quando as pessoas para quem eu não podia ligar menos me pedem ajuda.”

“『P-pare! Não! Não! Por favor!』”

“Se foda.”

Eu me preparei para balançar–

“Espere, pare!”

–apenas para ser fisicamente impedido no momento antes de eu conseguir.

“Huh? Que diabos você está tentando fazer?”

Shuria, a garota que o demônio esteve torturando até apenas alguns momentos antes, enrolou seus braços ao redor de mim numa tentativa desesperada de me impedir de executar ele. Meu primeiro instinto era assumir que ela foi encantada, mas eu sabia que isso não estava certo. Eu estive constantemente ficando de olho no status dela para ter certeza que eu não seria pego desprevenido exatamente por isso. (NT: Encantada de apaixonada e tal, basicamente hipnose)

“Shuria não te deixará matar ele! Shuria quer ser quem vai matar ele!”

“Certo… bom ponto. Eu deveria saber que você não gostaria que eu pegasse sua presa.”

Eu teria me sentido igual se eu estivesse na posição dela. Eu também ficaria puto se algum cuzão aleatório que pareça cretino e não sabia nada do meu sofrimento viesse do nada e matasse a pessoa que eu queria matar para me vingar antes de eu chegar nela. Puto o suficiente para matar, ainda.

Eu não ligaria se outras pessoas se juntassem em minha vingança, mesmo se as razões delas para buscar isso divergissem da minha própria, mas não teria como eu tolerar ser incapaz de participar. Apenas assistir era igual ficar cucked. Era, nisso e por si só, uma forma de tortura. Eu preferiria sentar numa cadeira feita de lava derretida do que ficar parado e assistir enquanto outra pessoa se vinga do que quer que fosse que eu queria acabar pessoalmente. (NT: A expressão em itálico, para quem não conhece, significa ficar com o pênis ereto sem poder ejacular, enquanto é provocado cada vez mais. E viva os termos científicos)

(… Realmente parece que funcionaria. O demônio precisará de uma boa quantidade de tempo para se recuperar.)

Eu olhei para o demônio e confirmei que ele estava tentando pegar a energia mágica de seus arredores apesar de ter ficado espantado. Parecia que ele ou assumiu que eu não notaria ou percebeu que ele não tinha escolha senão tentar isso mesmo que eu tenha notado.

De qualquer jeito, parecia que eu tinha tempo o suficiente para terminar o que eu vim fazer antes dele se curar.

“Shuria, eu estou aqui hoje porque eu quero lhe entregar um tipo de oferta.”

Eu absorvi a energia mágica que eu coloquei na 【Heart Flame Ghost Blade】, forcei ela para fora de mim e então me virei para encarar ela.

Ela acabou caindo de quatro no que eu empurrei ela para fora.

“Eu tenho uma boa ideia do que aquela puta fez com você, e eu acho que eu sei exatamente como você está se sentindo neste momento. Você odeia ela. Você quer vingança. Você não consegue deixar de querer rasgar ela com suas próprias mãos, certo?”

Uma expressão de desprazer achou seu caminho até o rosto dela no momento que as palavras saíram de minha boca. Ela me encarou com um brilho assassino em seus olhos, um que eu reconhecia e conhecia muito bem.

Ela estava puta, puta que alguém que não sabia nada sobre ela e sua dor estava agindo como se ele entendesse ela, puta que alguém estava tentando ter empatia com ela, mesmo quando ele claramente não podia.

“E eu tenho certeza que você se sente do mesmo jeito sobre aquele demônio ali. Você quer ser uma parte da queda dele, do fim dele.”

Eu acertei o prego em cheio. Ela e eu tínhamos um monte em comum, mas nós não éramos cúmplices, nem éramos parceiros em crime. Apesar de nossas histórias de fundo serem quase idênticas, nós éramos incapazes de verdadeiramente sentirmos a dor um do outro.

E isso permaneceria verdade independentemente de quantas conversas nós tivéssemos.

“Mas como você está agora, você não tem poder. Você não pode fazer nada com ele independentemente do quão ferido ele esteja.”

“Shu-shuria sabe, mas Shuria ainda–”

Eu interrompi ela mandando uma onda de poder mágico com toques de sede de sangue na direção, uma poderosa o suficiente para atacar os instintos dela e a forçar para trás com força física bruta.

“É uma pena, mas ainda é a verdade. Desse jeito, você não será capaz de fazer nada, não com o demônio, nem com a Yumis. Eu matarei ela em sangue frio sem te permitir a menor gota de envolvimento. Eu não podia ligar menos sobre como você se sente, ou o que ela fez com você. Não tem razão para eu ceder nada para você.”

“Graaaaaghhhhh!”

Shuria saltou em mim. Ela se forçou a me atacar mesmo quando eu havia enviado sede de sangue o suficiente até ela para repeli-la.

O ataque não foi um que ela havia pensado direito ou planejado. Ela simplesmente se jogou em mim porque ela veio a me reconhecer como um inimigo, alguém que ficaria no caminho dela. Para ser franco, era inútil. Não tinha como ela acertar. Eu desviei dela com facilidade, segurei ela pela nuca, derrubei ela no chão, e pressionei um dos meus pés contra as costas dela para restringir ela.

“Rgghh… saia de cima da Shuria…!”

“Você sabe por que você perdeu tudo, Shuria? É porque você não tinha conhecimento. Você não sabia o que aconteceria porque você foi ingênua demais para pensar muito adiante, muito inexperiente.”

“…”

“Você sempre esteve faltando demais com algo, tanto força como vontade. O mundo em que você vive é um mundo horrível. Você não pode viver acreditando nele ou na gentileza das pessoas. O que você precisa é de dúvida, uma coberta de dúvida que cobre toda e cada fibra do seu ser.”

“… á sabe.”

“Você tentou demais acreditar nas pessoas ao seu redor. Você se pendurou demais no conceito de confiança. E olhe para você agora, olhe para o que aconteceu. Eles te fizeram de besta, e só porque você deixou. Você lavou fora suas suspeitas e se enganou em acreditar que tudo estava bem, tudo porque você queria achar que você podia ‘confiar’ nela. E isso, é por isso que você está aqui agora. É por isso que sua vida se tornou um inferno vivo. Você não era uma pessoa ruim; você não fez nada que não deveria ter feito. Mas ainda foi sua culpa. Aqui você está, no fundo do poço, porque você negligenciou suas responsabilidades, porque você queria confiar nela.”

“Shuria sabe! Shuria já sabe disso, e Shuria não precisa que você fique contando isso para ela!”

Os olhos dela arderam com uma paixão sombria, fogosa.

Uma conflagração azeviche havia se acendido dentro dela, uma que ela não tinha ideia de como expelir.

“Dói, não dói? Que tal isto, eu erguerei meu pé se você jurar que você desistirá de fazer sua vingança.”

“Vai… se foder!! Yumis, aquela puta duas caras, é minha presa!”

“Eu te tirarei daqui se você desistir dela. Eu realmente me sinto mal por você, então eu até lhe darei algum dinheiro. Você pode achar um lugar para você mesma no interior e viver o resto da sua vida em paz.”

“Vai se ferrar! Como isso é de alguma forma diferente de estar morta!?”

Insanidade preencheu a voz dela no que ela continuou.

“Shuria vai matá-la. Shuria vai matar o caralho dela! Shuria preferiria muito mais morrer do que esquecer sobre toda a dor que ela causou!”

Shuria soltou um grito quase bestial, uma proclamação de que ela preferiria muito mais morrer do que ser privada de uma chance de se vingar.

Toda razão havia deixado ela.

O grito dela não continha nem a menor gota de racionalidade.

A birra dela era quase como de um recém nascido. Dentro dela havia uma vontade inquebrável de viver, de verdadeiramente viver.

Não, não era como um de recém nascido.

Era a de um recém nascido.

Seu grito havia significado o nascimento de uma insurgente, de uma renegada com nada além de seus próprios desejos no coração.

“Entendo.”

Ela rolou para o lado, mostrou suas presas e mordeu minha perna sem a menor gota de hesitação no momento que eu ergui ela das costas dela.

Não havia mais medo nela, apenas força.

“Você com certeza é uma inconsequente, huh?”

“Por que… você não está lutando de volta?”

No começo, ela estava suspeitando da minha completa falta de resistência, mas as mandíbulas dela eventualmente começaram a afrouxar.

“Porque eu mereci isso. Foi apenas pelo bem da confirmação, mas eu ainda joguei um monte de merda irritante em você, e eu sei disso.”

“…”

Ela continuou a me encarar numa tentativa de entender minhas intenções, seus olhos cheios de suspeita.

“Você já se esqueceu da primeira coisa que eu disse? Eu estou aqui para te recrutar, Shuria.”

“Re… crutar…?”

“Exatamente.”

Eu me agachei na frente dela agora que ela finalmente parou de resistir, e olhei para ela diretamente nos olhos.

“Você disse que você preferiria morrer do que esquecer sua vingança. E então, Shuria, eu tenho uma oferta para você.”

Eu estendi uma mão para ela.

“Você gostaria de renascer, aqui e agora?”

Eu pausei por um momento antes de elaborar.

“Você não se juntará à mim no caminho da vingança?”

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