Capítulo 84 – Acordando a Escuridão, Acordando a Luz (Parte 3)

Em inglês, este capítulo deu 4,4K palavras… haaaaah… – Este capítulo foi traduzido de WCC Translation.


Capítulo 84 – Acordando a Escuridão, Acordando a Luz (Parte 3)

As forças de Hivodir haviam se juntado com o exército libertador de Trent Rietta e estavam lutando para recapturar Rinwaal. Borda de Vento estava em caos depois de perder o apoio dos lidadores de Feras Malignas, e, junto com a milícia de Rinwaal, atacando pelos fundos, eles finalmente conseguiram invadir o portão de Rinwaal.

O exército atacante surgiu na cidade e se juntou com o exército libertador. O momento urgiu os grupos neutros à apoiarem o lado de Cliffzard, e com força recém aumentada, o exército cercou o palácio de Rinwaal. Era evidente que a recaptura do palácio era apenas uma questão de tempo.

“Onde estão os reforços da oficial militar?” (Airzah)

“Eles foram chamados de volta, mas a massa ganhou controle completo do portão oeste, então levará algum tempo para eles alcançarem o palácio.” (Fortress)

Além disso, haviam rumores que o corpo principal do exército de Benefost havia caído em uma armadilha da Corps do Deus da Escuridão e foi completamente aniquilado. Isto reduziu ainda mais a possibilidade de receber reforços – a situação era desesperadora.

“… você, por quê você não esfria sua cabeça em algum lugar?” (Airzah)

“Fufufu, isso é inusual. Olhe para aquelas pessoas que você chamou de preguiçosas e indiferentes. Elas não estão animadas agora?” (Fortress)

Fortress estava numa varanda sobre-vendo a cidade. Ele espalhou suas mãos para as pessoas abaixo, onde ele podia ver os soldados se chocando com os plebeus que podiam usar artes divinas. Se esta luta continuasse, este país se tornaria exatamente como o Conde Elfdras havia visionado. (NT: Por algum motivo, está sendo usado pronomes femininos em inglês, mas pelo que eu entendi, só Benefost é mulher, então mantive no masculino)

“Lindo, isto é tão lindo! Nós verdadeiramente despertamos o espírito de luta do país que o Conde havia desejado tanto.” (Fortress)

“Mas nós não conseguimos controlar tal forçar, criar um império permanecerá somente um sonho… e quanto nossa glória prometida?” (Airzah)

“Império? Glória? Eles eram apenas a cereja do bolo. Nossa missão era despertar a nação.” (Fortress)

“…” (Airzah)

Ele parecia extasiado e afirmou isso como se fosse uma conquista, e se esquivou sem esforço de uma lâmina de vento que alguém do chão havia lançado contra ele. Airzah duvidava que ele estava em sua mente normal depois de ser levado até a situação atual. Usualmente Fortress era um homem de poucas emoções, que constantemente tinha os outros adivinhando sobre suas verdadeiras intenções.

“De qualquer forma, parece que nós perdemos o palácio, eu estou escapando daqui.” (Airzah)

“Hahahaha…” (Fortress)

Fortress riu, observando as ruas, cheias com pessoas.

(Ele enlouqueceu completamente…)

Airzah sacudiu sua cabeça e rapidamente deixou o quartel-general.

***

Rodovia oeste, a batalha entre a Corps do Deus da Escuridão e a Borda de Vento. O exército da Borda de Vento havia escapado por pouco da aniquilação pela arte divina surreal que havia feito a terra engolir uma grande parte de suas forças. O esquadrão de Benefost estava lentamente avançando em direção do capitão sozinho da Corps, de pé no meio da rodovia.

As forças restantes da Borda de Vento se consistia em oitenta dos guardas de elite de Benefost e sessenta mercenários sobrando que haviam se juntando à força por dinheiro e fama.

Por números apenas, eles eram mais fortes, contudo eles não podiam correr adiante descuidadamente. Seus companheiros que haviam chego perto demais do capitão inimigo foram engolidos pela terra, contudo os soldados restantes não tinham lugar algum para recuar também. Por um tempo eles só estavam de pé e encarando Yuusuke.

Eles entenderam que o que aconteceu antes foi causado pelo homem diante deles. A força principal deles, os lidadores de Feras Malignas, foram deixados inúteis desde a batalha de Rinwaal, claramente demonstrando a superioridade dos usuários de artes de terra de Fonclanc, capazes de reproduzirem as flautas em um espaço tão curto de tempo. Nenhum deles percebeu que isso foi tudo realizado por uma única pessoa.

Como a Corps do Deus da Escuridão era capaz de preparar uma armadilha assim no meio da estrada onde a visibilidade era boa, os mercenários acreditavam que ir ao redor deles ao andar pela floresta seria ainda mais perigoso – nenhum deles ousou pensar em fazer algo assim.

“Comandante, nós não devíamos recuar daqui?” (Jubileu)

“… nós não faremos isso.” (Benefost)

“M-mas?!” (Jubileu)

“NÃO!” (Benefost)

O olhar de Benefost estava fixo no homem vestido em preto diante dela. Ela estava analisando seus arredores, tentando entender se ele podia conjurar uma arte divina dessas repetidamente. Ao menos, era certo que se ele podia enterrar trezentas pessoas no meio da estrada, ele certamente teria outros truques em sua manga.

O Capitão era realmente uma ameça que podia ficar sozinha na rodovia diante de todo o exército inimigo, ou ele estava comprando tempo? Se fosse apenas um blefe, então com cada segundo os aliados dele ficavam mais perto de alcançar seus objetivos. Mesmo considerando o pequeno pelotão atrás do homem solitário, a Borda de Vento ainda era quase cinco vezes mais forte.

(Quais são nossas chances se nós corrermos até ele…?)

Enquanto Benefost estava considerando em dar a ordem para atacar ou não, Yuusuke repentinamente balançou seu braço para frente. Os soldados da Borda de Vento ficaram tensos, mas antes que eles pudessem notar, três homens, vestido em roupas de viajantes e uma jovem artless estavam de pé ao lado do capitão da Corps do Deus da Escuridão.

“Aquela é… Lerie?” (Benefost) (NT: Va-Lerie)

***

Yuusuke trouxe eles para frente via troca de mapa e gesticulou em direção das forças da Borda de Vento, pedindo para confirmar que Benefost estava entre os soldados, assim como para tentar convencê-los à se renderem.

Valerie estava embasbacada pela arte divina de teleportação súbita, mas de algum modo conseguiu acenar em confirmação.

“Livona, eu deixarei as artes de vento com você.” (Valerie)

“Sim~” (Livona)

A voz dela, agora aumentada pelas artes de vento de Livona, soou pela rodovia, ordenando Benefost à se render. O alcance de Livona era levemente menor do que o que um usuário de arte de vento do tipo de comunicação podia conseguir, contudo Valerie optou à ouvir à sugestão de Welsh e confiar em alguém de seu próprio grupo ao invés de pedir pela ajuda de Yuusuke.

Não muito mais tarde, a resposta de Benefost ecoou do outro lado.

“-Perdoe minha insolência, ojou, mas eu não posso me render aqui-” (Benefost)

Atualmente as forças dela estavam engajadas com o exército libertador de Cliffzard, apoiado pelas forças aliadas de Yuusuke de Fonclanc. A revolta já começou, não tinha como ela trair seus aliados baseado num pedido passageiro.

A resposta de Benefost soou inacreditável demais para ser verdade (como o suicídio de um amante), e Valerie sacudiu o suficiente que ela teve que se virar à seus companheiros por apoio. (NT: Eu não sei se é uma outra interpretação para o texto, uma nota ou realmente estava entre parênteses, na dúvida, fica assim)

“-Benef, ouça, eu me juntei à Corps do Deus da Escuridão por minha própria vontade. O que quer que aconteceu antes, eu prometo que você não será ferida-” (Valerie)

Valerie explicou que eles estavam sob a proteção da Corps do Deus da Escuridão, sobre a viagem delas à cidade portuária e as notícias sobre o motim que havia alcançado eles enquanto eles estavam na cidade.

“-… Isso significa que você não é uma prisioneira, ojou?-” (Benefost)

“-Não. Eu só ouvi de Odo sobre o oficial de finanças e o ajudante geral… que eles estavam tentando me matar.-” (Valerie)

Elas continuaram conversando assim por um tempo. Alguns dos soldados, que eram membros da Borda de Vento estavam visivelmente abalados. Esta história era bem diferente do que Benefost havia ouvido do ajudante geral e do oficial financeiro.

“- Então é assim que era… eu terei que punir aqueles dois mais tarde. Mas eu não posso ceder aqui.-” (Benefost)

“-POR QUÊ!?-” (Valerie)

“-Eu já te disse. Há algumas coisas que foram colocadas em movimento que não podem ser paradas.-” (Benefost)

A Borda de Vento estava continuando à lutar mesmo enquanto elas falavam. Colocar suas armas para baixo agora só porque as circunstâncias haviam mudado seria cuspir nos rostos daqueles que continuaram a lutar e aqueles que já caíram, é o que Benefost queria dizer.

“-Muitos já morreram aqui! Você quer que as mortes deles vá pela história como nada além de um desperdício de vida?-” (Benefost)

***

Parecia que falar havia falhado, então Vermeer o resto se reuniu ao redor de Yuusuke.

“Devo ordenar que o pelotão se mova aqui?” (Vermeer)

“Sim, parece que esta batalha é inevitável.” (Yuusuke)

Ainda haviam mais de cem soldados sobrando da margem oposta, além do mais, eles eram os elites da Borda de Vento. Yuusuke estava desesperadamente tentando achar um jeito de evitar se chocar com eles, mas parecia improvável que haviam quaisquer palavras que podiam convencer Benefost.

“Nós conseguimos criar alguma discórdia entre eles, então pode ser possível coagir Benefost à resolver este conflito com um duelo, mas…” (Valerie)

“Você pode confiar neste tipo de pessoa?” (Yuusuke)

Afinal era uma pessoa que não desistiu mesmo depois de perder uma grande parte de seu exército para as armadilhas dele. As tropas dela não estavam mortas, apenas presas. Se uma batalha se prolongasse por tempo suficiente, tinha uma possibilidade que eles seriam capazes de se juntar de novo à batalha.

Enquanto a prisão era feita de terra customizada, ela ainda podia quebrar quando encarada com os ataques incessantes daqueles aprisionados dentro. Os mercenários também pareciam entender as intenções de Yuusuke, então eles começaram a se mover para os fundos e conjuraram artes defensivas ao redor deles. Yuusuke sabia que ele tinha que terminar com isto agora, enquanto a moral do inimigo estava no mais baixo.

“Eu terminarei a batalha o mais rápido que eu posso”, disse Yuusuke, se virando para a preocupada Valerie.

Benefost era como uma irmã mais velha para ela, “se possível, você poderia deixá-la viva” estava escrito por todo rosto da garota.
Yuusuke também não era chegado em batalhas sangrentas, então sempre que possível ele tentaria achar uma solução pacífica para o conflito. Ele havia entendido a personalidade de Benefost e a dedicação dela com seus soldados pela troca mais cedo, e considerou isso quando preparava seu ataque.

“Livona, você poderia me deixar falar também com ela?” (Yuusuke)

“Ah, sim.” (Livona)

Yuusuke decidiu tentar algo que poderia fazer o inimigo hesitar. Seu plano era dizer para eles que os soldados desaparecidos estavam vivos e trancados em um lugar distante por sua arte divina, contudo se eles continuassem atacando ele, ele não se seguraria mais assim.

“-Se você quer lutar conosco, se prepare para morrer-” (Yuusuke)

Yuusuke observou eles, esperando pela sede de sangue deles apagar depois de saber que seus amigos estavam vivos, perdendo assim a razão deles de apostarem suas vidas nesta batalha. Contudo…

“Capitão, Capitão, dizer isso para eles só terá o efeito oposto!” (Vermeer)

Vermeer interrompeu falando que os inimigos deles eram mercenários que não seriam balançados por tais palavras. Enquanto isso, Benefost respondeu ao blefe de Yuusuke.

“-É uma honra para eu lutar contra o famoso herói de Fonclanc-” (Benefost)

“… Eh?” (Yuusuke)

“Ah, você é meio lerdo.” (Valerie)

(Eu perguntarei pela opinião dele da próxima vez.)

***

Como Vermeer disse, o discurso de Yuusuke não teve qualquer efeito nos mercenários, e as forças de Benefost calmamente continuaram sua movimentação. Mercenários aderiram às suas ordens e se uniram com as forças pessoais de Benefost.

Ao todo, as forças restantes numeravam cerca de noventa.

Vendo que não havia nada que ele pudesse fazer, Yuusuke abriu seu menu de customização enquanto dizia ao pelotão de Vermeer e Valerie para deixarem ele. Ele não planeja perder, mas ele queria que todos eles estivessem preparados para escapar usando troca de mapa caso algo desse errado.

Surpreendentemente para ele, Yuusuke estava completamente calmo. Quando ele havia usado seus poderes pela primeira vez  em batalha, ele nem sequer conseguia ver seus arredores por causa da tensão, agitação e raiva que estavam atacando seu coração. Contudo, com o tempo ele experienciou muitas coisas que fizeram ele perceber quão feio seu estilo de luta era, e com isso ele percebeu que ele queria mudar. Talvez seu primeiro beijo com Sun também teve um efeito nisso.

Sorrindo amargamente, ele sacudiu fora os pensamentos desnecessários, direcionou toda sua atenção para o menu de customização e andou em direção da inimiga em frente dele.

***

O capitão da Corps do Deus da Escuridão estava lentamente andando em direção do exército da Borda de Vento, e repentinamente chocou todos quando ele instantaneamente teleportou metade da distância.

Duas vezes aquele homem havia se teleportado desse jeito, e suas tropas ainda estavam intimidadas pelas ações dele, mas Benefost já aceitou que era a Arte Divina dele e não sentiu mais pressão disso.

“Oficial Militar da Borda de Vento, Benefost. Eu lhe desafio!” (Benefost)

Quietamente, Benefost segurou sua lança longa favorita e ergueu ela acima de sua cabeça. Usando a arma estilo bardiche, ela disparou uma lâmina de vento na direção de Yuusuke. Ela podia controlar o tamanho das lâminas, o que faz dela extremamente versátil em combate próximo.

Se alguém tivesse que avaliar a habilidade dela, estaria próxima à lança de chamas que Kreivol, comandante da Corps do Deus do Fogo, manejava.

Os elites da Borda de Vento se moveram em direção da borda da rodovia para que eles pudessem fugir no caso da estrada decidir engolir eles também. Era um movimento bom e seguro, contudo Yuusuke já estava ajustando seu item de mapa do tipo ofensivo.

Repentinamente, um pilar de quinze metros disparou do chão, junto com três gigantes com armadura que estavam enterrados no chão com seu torso para baixo. A torre foi baseada na torre de vigia em Deernook e os golens com armadura eram versões melhoradas do golem que foi usado para ganhar de Thalys.

A torre também era inacessível durante meios normais e precisava da troca de mapa para pessoas entrarem e saírem dela.

“Este… este é o verdadeiro poder do Capitão dessas Corps!?” (Benefost)

Benefost congelou por um momento, mas conseguiu se recuperar agilmente o suficiente para notar as partículas brilhantes sob seus pés e imediatamente saltou para fora do perigo. Ela esperava que outro buraco fosse aparecer ali, mas ao invés disso o chão começou a girar.

As áreas com um monte de giros começaram a parecer algo de um pesadelo. Alguns dos soldados de elite foram pegos na armadilha e caíram. No instante seguinte  os gigantes abaixaram suas mãos nos soldados indefesos.

“Wah!-” (Gaudêncio)

“Segurem as linhas, as linhas do fundo não conseguem reagir rápido o suficiente.” (Benefost)

“Droga. Por que esses golens são tão ágeis?” (Jubileu)

Os gigantes atacaram os elites da Borda de Vento com velocidade que era impossível para algo tão grande. Dez infelizes soldados que haviam tropeçado no chão giratório foram atingidos pelos gigantes e arremessados para a floresta, alguns deles até atingindo as árvores.

Enquanto isso Yuusuke estava observando a aniquilação do topo da torre de vigia inacessível, cuidadosamente manipulando os vários parâmetros para controlar a batalha. Aqueles que conseguiram evitar o ataque dos gigantes foram presos nas prisões terrestres. A estratégia negava à Borda de Vento qualquer brecha para se reagrupar ou montar um contra-ataque.

“Vão para trás dos gigantes! Usem suas artes de vento para derrubá-los!” (Benefost)

Benefost notou que as pessoas mais leves podiam evitar as áreas giratórias se elas usassem artes de vento que melhorem movimento, e deu as ordens apropriadas para aqueles que ainda continuavam a lutar.

Depois de se aplicares buffs, seus soldados de elite podiam ficar de pé naquelas áreas, apesar dos movimentos deles estarem atrapalhados pela superfície instável.

(Como esperado de alguém que vive para batalhas.)

Yuusuke, meio impressionado que Benefost imediatamente conseguiu localizar as partes fracas de suas armadilhas, respondeu ao ajustar alguns dos parâmetros em sua tela.

Contudo, as armadilhas giratórias tinham ainda outro truque nelas – elas estavam alinhadas em fileiras, para permitir que Yuusuke facilmente achasse as localizações de suas outras armadilhas.

Alguns dos elites mais ágeis conseguiram alcançar os pontos cegos dos golens e começaram a destruir eles, mas ainda antes de muito a área ao redor dos gigantes começou a empilhar com pedaços dos corpos deles.

Com cada golem Borda de Vento estava ganhando algum espaço, mas a área inteira de 600 x 6 metros era simplesmente grande demais para eles ganharem a iniciativa.

“Haaa!” (Benefost)

Usando o momento quando o gigante havia atingido seu punho para baixo, Benefost correu até seu braço e acertou seus ombros com toda sua força. Sua longa lança, reforçada por ates de vento, deixou um enorme corte no corpo do gigante, e antes de tarde seu braço esquerdo se quebrou e caiu.

O gigante era apenas um enorme artifício, então ele não conseguia manter seu balanço e caiu também. Seus aliados estouraram em comemorações, e Yuusuke teve que direcionar seu foco nos mercenários, que haviam conseguido alcançar sua torre e começaram a bater para destruir sua base.

O gigante caído também serviu para erguer a moral das tropas de elite de Benefost, que aumentaram seus esforços para derrubarem os dois golens restantes.

“Executar!” (Yuusuke)

“Mah…?!” (Benefost)

“!!” (Jubileu)

Mais oito gigantes haviam emergido dos pilares de luz. Haviam muitos deles para uma estrada assim, mas o principal propósito dos golens era intimidar Benefost, mostrando a diferença clara em poder para ela e seus subordinados.

“Não hesitem! O número de golens está mostrando a impaciência dele. Se nós cortamos através deles, nós ganharemos a batalha!” (Benefost)

Benefost agitou suas tropas antes que elas pudessem perder seu espírito e saltou para um dos novos gigantes antes que ele pudesse começar a se mover.

Mas ainda o dano que ela fez ao golem imóvel foi reparado num instante. Num canto da visão dela, ela também espiou o gigante que ela havia destruído apenas um momento atrás balançando seu braço para ela.

“Droga!” (Benefost)

Benefost estava no ar e não podia fazer nada para evitar o punho.

“Gah!” (Benefost)

“Oficial militar!” (Jubileu)

Ela não conseguia respirar. O acerto e a subsequente queda havia drenado toda a força do corpo dela. “Então é assim que eu morrerei…” foi a única coisa que ela conseguia pensar, olhando para o punho erguido do gigante para cima de sua cabeça para lidar o golpe final.

Mas ainda aquele punho nunca desceu.

“… O exército libertador do Rei Cliffzard reclamou o palácio de Rinwaal.” (Ex Machina)

A mensagem foi enviada em todas as direções, para todas as cidades, vilas e países vizinhos. Inevitavelmente, ela também alcançou o ponto na rodovia onde a batalha estava sendo lutada.

Depois de um momento para processar a notícia, a Corps do Deus da Escuridão e Benefost concordaram mutuamente numa trégua. Os mercenários que haviam sido presos no subterrâneo também foram libertados, logo encerrando a batalha na rodovia oeste.

“Oh wow, nós conseguimos alcançar uma solução pacífica no fim das contas”, suspirou Yuusuke do topo da torre de vigia, e começou a limpar as armadilhas e golens da área. Ele removeu os gigantes um à um, retornando o solo para seu lugar original.

Finalmente a estrada foi retornada à sua condição anterior. Soldados presos apressadamente se dispersaram para vilas próximas e a cidade portuária.

Outros membros da Corps do Deus da Escuridão e cavaleiros de Fonclanc confirmaram a situação e começaram a desarmas os cinquenta e algo membros da Borda de Vento que permaneceram na área. Os elites desarmados da Borda de Vento usaram suas artes de melhoria de movimento e se moveram em direção da floresta para ajudar seus companheiros, que foram atingidos pelos golens gigantes. Cerca de metade deles havia recebido algum tipo de ferida durante a batalha.

Benefost havia sido profundamente ferida durante a batalha e teve que ser curada, então os olhos de todo mundo se viraram para Yuusuke quando qualquer problema significante ocorria. Dito Herói estava ajeitado numa curta distância do campo de batalha, cercado por cavaleiros de Fonclanc, Valerie e seus dois atendentes de pé ao lado dela.

“Yuusuke-dono.” (Benefost)

Yuusuke virou sua cabeça em direção de Benefost, que estava de pé atrás de um grupo de membros da Borda de Vento. Ela estava de pé orgulhosa e estava vestindo um uniforme informal que não cobria mais do que suas roupas de batalha. Ela veio até Yuusuke para reconhecer sua derrota e implorar para ele poupar a vida das tropas dela.

“Eles só estavam seguindo minhas ordens. Eu assumo responsabilidade total por eles.” (Benefost)

Dizendo isso, Benefost ergueu uma faca até seu pescoço, antes que seus aliados confusos pudessem por pouco erguer suas vozes em choque.

“Comandante!” (Jubileu)

“Por favor espere, Benefost-sama.” (Kemerson)

“Não se aproximem mais. Eu usei vocês para matarem muitas das pessoas de Trent Rietta. Eu tenho que pagar por isso!” (Benefost)

Restringida por seus subordinados, Benefost olhou em direção do Capitão da Corps do Deus da Escuridão e Lerie Ojou. Ela havia se acalmado e estava completamente preparada para se matar e terminar sua própria guerra.

“Espere, Benef!” (Valerie)

“Ojou-sama, você parece bem.” (Benefost)

“Executar!” (Yuusuke) (NT: Não é a melhor escolha de palavra, se me perguntar…)

Yuusuke conseguiu teleportar à tempo e segurar o braço de Benefost antes que ela conseguisse se ferir. Chocada pelo teleporte, ela havia hesitado um pouco, permitindo que Yuusuke parasse ela. Oficial militar só respondeu com uma expressão levemente perplexa substituindo a calma que ela havia demonstrado antes.

“… Yuusuke-dono, eu não sou nem permitida à morrer? Eu não posso morrer uma morte orgulhosa de uma guerreira?” (Benefost)

Yuusuke olhou diretamente nos olhos dela, tentando gerar hesitação dentro dos olhos determinados dela. Ele falou com ela sobre guerra, sobre o fato que tudo isto foi apenas uma peça do plano de outra pessoa, e que enquanto o raciocínio e o jeito de pensar dela era de fato natural, neste momento Valerie precisava de alguém que pudesse protegê-la mais do que nunca.

“Todos os seus subordinados estão seguros, a organização, que você e Valerie faziam parte, será obrigada à assumir toda responsabilidade por isso. Isso não é o suficiente?” (Yuusuke)

“Isso… mas, de qualquer forma…” (Benefost)

Uma sombra de hesitação havia aparecido nos olhos de Benefost. Yuusuke se prendeu à isso e continuou à forçar ela ao contar para ela seu próprio passado.

“Apesar de eu ser exaltado como um Herói, eu não sou o único no palácio.” (Yuusuke)

Ele não estava fazendo isto por seu próprio desejo de proteger alguém. Os crimes que a família Elfdras haviam cometido eram graves. Valerie era a chefe desta organização, e ela precisaria de alguém para apoiá-la, para explicar o quanto ela esteve envolvida em controlar a organização, para testemunhar por ela.

“… Eu entendo.” (Benefost)

Benefost havia soltado seu aperto em sua faca, abandonando sua vontade de morrer.

Na verdade, Yuusuke havia informalmente confirmado a situação de Valerie com Esvobus e Cliffzard durante o ataque da cidade, contudo ele tinha que induzir algum tipo de ansiedade em Benefost se ele quisesse ter alguma chance de persuadi-la

Pelos olhares de Valerie, seus ajudantes e os soldados da Borda de Vento, ele havia realizado esplendidamente sua tarefa.

“Obrigada, obrigada! Eu não tenho meios para expressar minha gratidão à você! (Valerie)

Lágrimas de alegria descendo por suas bochechas, Valerie segurou as mãos de Yuusuke, agradecendo ele, e então saltou em Benefost, abraçando ela com toda sua força. A mulher, ignorando a dor de suas feridas restantes, pegou sua ojou sem nem tremer.

“Você fez bem, Yuusuke-san.” (Sun)

“Hahaha… isso foi realmente cansativo.” (Yuusuke)

Yuusuke sorriu amargamente para Sun.

A próxima missão de Yuusuke era escoltar os membros da Borda de Vento para Rinwaal para a investigação por vir. Eles não serão levados à julgamento, mas sim para questionamento sobre as figuras chave por trás das feras malignas modificadas e os oficiais corrompidos de Fonclanc.

Depois de ajudar os soldados profundamente feridos à subirem na carruagem da Corps do Deus da Escuridão, o exército combinado partiu em direção de Rinwaal.

***

Reifold havia visto a batalha inteira por baixo das sombras da floresta. Depois que o grupo partiu, ele havia repentinamente saído para a estrada.

“Parece que Yuusuke-kun emergiu vitorioso.” (Reifold)

Rei Esvobus, sabendo do valor de Yuusuke, mandou Reifold para observá-lo no caso de um encontro com Borda de Vento. Sabendo que Yuusuke não é de um tipo lutador, Reifold esperava que ele ou recuasse ou perdesse a batalha quando encarado com um inimigo muito mais forte, mas ao invés disso ele havia testemunhado o jovem homem pegar uma vitória impossível.

Os reforços de Sanc Adiet, junto com o exército libertador, estiveram formando estratégias para um plano para reunir um enorme exército para perseguir atrás dos retardatários na rodovia costeira leste, desta vez reforçando seu exército com usuários de artes divinas veteranos.

Enquanto a Corps do Deus da Escuridão estava descansando após a batalha, a reputação da facção anti-Corps do Deus da Escuridão dentro do palácio havia despencado. Incapazes de bolar esquemas contra a corps abertamente, essas facções começaram a se juntar uma à outra.

“Ele de algum modo conseguiu passar por isso. O que eu devo fazer agora, vossa majestade Rei Homurakabe?” (Reifold) (NT: Rei Parede de Chamas, apelido interessante)

Assim como daquela vez na fortaleza Gearhawk, Yuusuke havia crescido tremendamente diante de perigo mortal, e facilmente superou as expectativas que o Rei tinha dele.

***

Airzah, junto com dez e algo lidadores de feras malignas, estava escapando pela costa, escondido por baixo dos rochedos.

“Hey, você é lerdo demais, vai logo!” (Airzah)

Ele havia abandonado Fortress e escapou o palácio real quando ele foi retomado pelo exército libertador e estava escapando para o leste, mirando para as minas Rudea. Uma vez lá, ele poderia caminhar na rodovia e alcançaria a base da organização antes dos inimigos de Rinwaal chegarem lá.

Uma vez ali, ele esperava pegar tudo de valor do estabelecimento e então ficar quieto por um tempo. Airzah estava convencido, que com sua habilidade, as feras malignas restantes e suas conexões com o mercado negro, ele teria sucesso no submundo.

“Uma das feras está ficando para trás. Não perca ela, idiota.” (Airzah)

Faminto, o lidador estava por pouco ficando de pé, e não estava firme em seus pés. Claro, num estado assim, ele sofria para controlar suas feras. Além do mais, cada lidador estava guiando três feras agora, quando eles foram treinados para lidarem com apenas duas delas à qualquer dado momento.

Airzah, ignorando as reclamações, comandou eles para lidarem três feras desta vez, argumentando que eles não deveriam ter problemas se eles só tivessem que movê-las.

(Não é culpa deste cara que nós temos que escapar em primeiro lugar?)

Os soldados começaram a culpar seus três comandantes por arrancarem eles de suas vidas tranquilas na base da organização e jogarem eles numa luta sangrenta por sobrevivência. Esses pensamentos foram interrompidos pelo ex-oficial financeiro cuspindo ainda outra urgência. Além de destruir a organização, ele havia agora se tornado um fugitivo também.

(… se nós pegarmos a cabeça dele-)

Luz fraca refletiu nos olhos do lidador no que ele soprou levemente em sua flauta mágica.

“Isso dói! Isso dói isso dói isso dói! Que diabos vocês estão fazendo?! Expliquem suas-aaaargh PAREM! PAR-” (Airzah)

Finalmente recebendo alguma comida, as feras animadamente morderam a carne morna. O lidador parecia inabalado no que as feras haviam achado o pescoço de sua comida, e quando Airzah tentou se defender com suas mãos.

“Hey, hey, é inútil? Ainda há as outras feras.” (Kevin)

O lidador riu numa voz baixa, quase balbuciando. Claro que suas feras eram mais fortes do que o oficial financeiro. O homem tentou pegar sua flauta, mas ela escapou de sua mão e caiu numa fenda entre as rochas.

“Oh, que triste. Caras, vão comer sua refeição ali!” (Kevin)

Tendo certeza que ele estava agora seguro, o lidador aproximou o corpo de Airzah, segurou sua cabeça pelo cabelo e a puxou para cima. Os lidadores de feras restantes se juntaram ao seu companheiro e permitiram que suas feras se alimentem dos restos que foram agora divididos em seis partes.

“Ouch! Parem, vocês não podem me comer! Hey, saiam de mim. Eu sou seu-” (Kevin)

Ainda com fome, as feras atacaram seus mestres. Depois de um tempo, as ondas estavam lavando embora o sangue da praia vazia.

Sua fome saciada, a sombra de desastre havia desaparecido na escuridão que havia engolido a costa…


Este capítulo foi patrocinado por Luiz Ganso, que ajudou doando o/

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