Capítulo 226: Pegadas Escuras na Terra Sagrada

Eu consegui fazer este KnW ainda hoje, provavelmente saia outro num futuro próximo (menos de uma semana) pelo que o AeRoSoL disse… – Este capítulo foi traduzido do Arsl31.


Capítulo 226: Pegadas Escuras no Lugar Sagrado

Terra Sagrada Ordine, onde o Herói foi invocado para o mundo de Edea para salvar os Humas de perigo, dito de ter realizado sua vida inteira. (NT: Ficou meio estranho o final, ele levou a vida inteira para fazer isso… ah, e a Anri-sama traduzia como Oldine Sagrada, eu por enquanto estou usando o do AeRoSoL31, mas se quiserem uso a versão da Anri-sama, tanto faz)

Somente os prédios notavelmente enormes pintados num branco comum, e o santuário que virou um símbolo por sua beleza permaneciam de pé.

Sendo nomeado de Grande Santuário Ordine, é o lugar onde Humas e os Evila fizeram a reunião para a aliança. Dando apenas memórias amargas para ambos, Portnis Gilviti, a Sacerdotisa Chefe só pode prestar atenção aos reparos do prédio destruído pela dita disputa. (NT: Anri-sama traduziu como Grande Templo Oldine, opinem também)

Uma bela mulher herdando o sangue dos Gilvitis que serviram como Sacerdotes Chefes por anos, ela se tornou companheira com a companhia do Herói que veio no passado. Apesar dela ter passado de seus trinta, ela tem uma pele branca saudável que faz você duvidar a idade dela, e olhos claros adequados para uma Sacerdotisa Chefe.

“Fuu…” (Portnis)

Um suspira vaza da expressão bem-regulada dela, uma vista rara nela que sempre tem uma atmosfera dignificada.

Contudo, não é surpresa ela estar no fim de sua paciência neste momento. Afinal, se trata da tragédia que aconteceu depois da quebra da aliança. Felizmente, o santuário foi deixado quase intacto, mas muitos prédios no local foram destruídos pelo Rei dos Humas Rudolf que se transformou subitamente num monstro.

Ainda mais, não só os prédios, mas também muitos dos sacerdotes e soldados que foram envolvidos na comoção e morreram neste lugar. Algo que não deveria acontecer numa terra sagrada aconteceu, e sem poupar tempo nem para dormir, ela só pode trabalhar com a consequência em arrependimento.

(De acordo com o relatório em Victorias, graças à Judom resolvendo isso de algum jeito, eu estou aliviada. O que falta é só para a população ouvir a história…) (Portnis)

De acordo com o que está escrito nos documentos nas mãos dela, que era uma carta que foi dada por Judom, o Mestre de Guilda de Victorias no outro dia, da carta parecia que ele estava preocupando-se bastante sobre este assunto.

Se a quebra da conferência não podia ser prevenida, além de ser inconsequente do rei que nós somos incapazes de parar, apesar que pode ser só eu devolvendo o favor… (NT: Trecho da carta? Portnis pensando? Guarapari minha arte?)

(Você ainda é tão sério como sempre…) (Portnis)

A importância de juntar um país é algo que Portnis é incapaz de entender completamente. Contudo, ela acha que é realmente apenas a natureza dele. Apesar de agora ser o período mais crucial, ela pensou que essa natureza dele de sempre ter suspeitas sem bases é a mesma de sempre e só podia sorrir amargamente.

(Contudo, este é um caso muito sério desta vez.) (Portnis)

Judom é uma pessoa com o talento de um rei proeminente, mas infelizmente, ele é de um status inferior. Apesar de ser um plebeu, ele é um homem que serve como o mestre de guilda, e sendo próximo de aventureiros e o povo, eles provavelmente apoiarão ele, mas os outros aristocratas são outra história.

Um plebeu ficando no topo. Isso não é nada além de inaceitável para os aristocratas que esnobavam os plebeus. E como eles irão agir de acordo com essa dessatisfação é o problema.

(Apesar dele ser do tipo que confia demais numa pessoa… ele nem me pediu por ajuda.) (Portnis)

Eu não posso sair daqui agora. Eu preciso proteger este lugar. Eu quero virar o apoio dele por toda a gentileza que ele fez para mim, mas a situação não consegue permitir isso.

No que eu dei um suspiro, um doce aroma florido veio de algum lugar. Pensando que é estranho no que não há flores em lugar algum, e porque só durou por alguns minutos, eu não liguei mais para isso.

É só que, quando eu encarei os documentos, eu senti algo estranho.

Os sons de marteladas num prédio sendo reparado devia alcançar meus ouvidos no presente. Eles tiraram uma folga? Se tornou totalmente quieto como se todo mundo estivesse em seu sono da meia noite.

Eu coloquei os documentos na gaveta de uma mesa e movi para a janela. Eu estava sem palavras pela visão vista dali.

Só de confirmar a redondeza da entrada do santuário, você pode ver que muitos fiéis vem aqui todo dia. Apesar de ter diminuído por causa do incidente, é só ao ponto de um ou dois a menos.

Mesmo hoje um número considerável de pessoas visitaram o santuário para cultuar, e nem é a hora de parar ainda. Contudo, mesmo que eu mova minha visão para as bordas da janela, nem uma única pessoa estava visível.

“Qu-qual é o significado disto…?” (Portnis)

Apesar de não ser exatamente uma situação anormal acontecendo ainda, eu só posso ficar petrificada em como entender a situação impossível que saia da norma. (NT: Se decida, mulher!)

DONDON

Eu olhei para trás em surpresa, para ver que era apenas uma batida na porta. Se é o de costume, então aquele sacerdote deve ter vindo, mas nesta situação, até uma batida parece muito sinistra.

Até minha intuição nega ouvir a coisa e deixa passar. Contudo, a batida ressoou de novo, no que eu só pude murmurar um “sim” enquanto tremia de medo.

Com um kachink! A porta se abriu. Eu virei meu olhar para aquela entidade atrás da porta.

Por ali……… alguém que está coberto por um robe preto no corpo inteiro está de pé.

Quem… é você? Eu movi minha boca para perguntar, mas nem uma única palavra saiu. Meu corpo se enrijeceu, e meus movimentos ficaram selados.

O homem de robe preto entrou na sala com facilidade. Atrás dele está uma pessoa de roupas similares. Parece que eles vieram em dois.

(Quem… são essas pessoas?!) (Portnis)

Entre esta situação sinistra, eu só consigo sentir medo. Meus instintos estão gritando para eu fugir deste lugar, mas meu corpo não se move. Apenas pelo que raios eles vieram aqui?

Ou aliás, por que essas pessoas criaram uma situação tão estranha em primeiro lugar?

Enquanto havia esses pensamentos correndo selvagemente em minha mente, um deles forçosamente rasgou seu robe preto.

“Hey, hey, hey! Os céus, a terra e as pessoas necessitadas! Eles estão necessitando da pessoa mais graciosa no mundo! Isso mesmo! Essa pessoa é definitivamente eu!” (Lyle) (NT: Na realidade, está escrito persona em inglês mesmo, isso pode ser lido como máscara, personalidade, pessoa… enfim, tá aí – ah, o nome não é de verdade, antes que estranhem)

………………… huh?

De lá era uma pessoa que totalmente fez uma cena num drama ensaiado exageradamente uma após a outra. Joias que brilhavam uma após a outra em suas roupas de branco puro, e sua presença é tão destacada ao ponto que faz você ir para trás por reflexo.

“Você sabe meu nome? Não, não é isso. Ninguém deve não me conhecer, certo? Porque… isso mesmo! Eu sou maravilhoso!” (Lyle)

Repentinamente, “Aah!” ele colocou sua mão em sua cabeça e fez uma pose enquanto dizia isso.

“Aah… minha própria existência é um próprio crime em si… apesar de eu não ter me introduzido ainda, ninguém não conhece a fama que eu tenho! Ahh, eu estou começando a ter medo de mim mesmo… que esta maravilhosidade minha me matará algum dia!” (Lyle)

Ele girou e girou e abraçou meu corpo com as duas mãos. Ele com certeza é bem alto, e no que ele acenou seu longo cabelo dourado, que você pode dizer que é bem cuidado e é certamente lindo. Se ele fosse aproximar qualquer mulher com esta aparência, ele certamente teria ela com bochechas coradas vermelhas. Contudo…

“Aah! Que tolo pecaminoso eu sou!” (Lyle)

Se não fosse pelo giro estranho e comportamento depressivamente narcisista dele… bem, ao menos ele é bonito…

“… dá uma diminuída seu porra.” (Dercy)

Dessa vez, a outra pessoa vestida de preto falou com o narcisista. A voz estava tingida com irritação. Contudo, diferente do narcisista, era a voz de uma dama.

“Ahaha! Como eu sou uma pessoa tolerante, eu deixarei você me levar como um porra! Porque eu sei que você está com inveja! Então, eu aguentarei isso! Sujando seus olhos à este pobre rosto, eu reflito por ser brilhante demais para você! Eu sei, eu sei! Você realmente quer me ter para você, certo? Este próprio, elegante… Lin-Johnny!

“Quem gostaria de ter você, idiota!?” (Dercy)

“Ahaha! Não fique tão embaraçada! Isso mesmo, eu sou o lindo e eligante Bijoni! Bijoni Orban!” (Bijoni) (NT: Teve um trocadilho idiota, onde o nome dele é escrito com o caractere de lindo… o nome em si é Bijoni, podendo virar em inglês Bejohnny, daí o Johnny… como é mais fácil escrever Bijoni, vai ficar assim se vocês não ligarem)

Como se ele não tivesse ouvido nada, ele começou a girar de novo, ignorando o clima dos seus arredores.

“Aaah, nossa! Por que eu fui colocada com este porra em primeiro lugar?” (Dercy)

“Ahaha! Você não se sente honrada com isto?” (Bijoni)

“Eu sinto extremamente desonrada sobre isto!” (Dercy)

Com a combinação de algum modo irregular dos dois, a pressão no meu corpo afrouxou um pouco. Para isso eu confirmei minha voz em reflexo, e confirmando que eu podia falar de novo,

“Uhmm, quem são vocês? Por que vocês vieram aqui?” (Portnis)

Portnis perguntou a questão que ela esteve querendo ouvir deles desde o começo. E o mais barulhento respondeu.

“Aah… você também é bem bonita… infelizmente ainda é inferior à mim! Porque eu sou…” (Bijoni)

“Eu falei para dar uma diminuída, seu imbecil!” (Dercy)

Quando a pessoa das roupas pretas disse isso, ela direcionou o olhar dela para mim e deu um suspiro.

“Você, você é a parente de sangue de Ronise Gilviti, certo?” (Dercy)

“……… Quem é esse?” (Portnis) (NT: Eu não sei se é homem ou mulher, na dúvida fica assim)

“Então me deixe refrasear ela para você… a Luz de Naos.” (Bijoni)

“!?” (Portnis)

“Haha, parece que ela sabe de algo.” (Bijoni)

Eu pensei que eu tivesse isso bem escondido. Nem uma palavra foi dita, mas por pensar que eles são apenas ladrões ordinários, eu fui descuidada.

“Não me diga que vocês estão…” (Portnis)

“Nós certamente estamos! Nós viemos para receber a “Luz”. Aliás, roubar é a palavra mais apropriada?” (Bijonis)

Meus instintos sentiram hostilidade naquele discurso e comportamento.

“Haha, é inútil. Você já está sob meu próprio feitiço.” (Bijoni)

“Eh…?” (Portnis)

Quando ela percebeu, seus joelhos trêmulos foram dobrados num estalo.

“Oooh~! Que pose bonita! Contudo, comparada com a minha própria…” (Bijoni)

O homem que se introduziu como Bijoni dobrou seu próprio joelho do mesmo jeito, com sua mão esquerda em sua testa, e sua mão direita erguida alto,

“Esta é a pose adequada! Como é, linda, não é?” (Bijoni)

Ele sorriu e mostrou seus dentes brilhantes, mas ela não tinha tempo para isso.

Tontura, náusea, e principalmente, sufocação. Isso atacou Portnis como sintomas de doença de altitude depois de subir uma montanha alta.

“Então agora, para a próxima parte…” (Dercy)

A outra figura em roupa preta tirou uma única flor de seu peito. Então, pequenas partículas caíram no corpo de Portnis no que ela sacudiu aquela coisa nela.

“Agora, você pode me dizer onde a “Luz” está?” (Dercy)

O que Portnis viu era o rosto da garota sorrindo pelos cantos de sua boca, como se ela estivesse curtindo isto.

Anúncios

4 respostas em “Capítulo 226: Pegadas Escuras na Terra Sagrada

Deixe uma Resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s